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Sempre que abre a boca Tchizé afunda-se sem pena de si mesma

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Os holofotes acenderam-se para mais uma vez a deputada Tchizé dos Santos protagonizar uma daquelas cenas tipicamente à Tchizé.

Enquanto decorria o certame sobre a corrupção promovido “estranhamente” pelo grupo parlamentar do MPLA, a também empresária pediu a palavra com tamanha audácia para contrapor os versados Carlos Rosado e Alves da Rocha então prelectores de que em Angola não existe nepotismo.

“O nepotismo em Angola é inexistente…” 

E para provar o argumento defendido, teve a si mesma, sem dó nem piedade, como o mais infeliz e incoviniente exemplo. E de forma “inocente” confirmou a existência de nepotismo.

A deputada e empresária disse que é proprietária  de uma empresa de construção cuja denominação social é CEOP, na qual faz-se sócio de alguém que dá pelo nome de Ivan Leite de Morais, supostamente filho do ex Governador do BNA. 
Tchizé dos Santos proseguiu dizendo que a CEOP participou na construção de uma ponte na província do Namibe, há alguns anos, e até ao momento o governo não lhe paga pelo trabalho feito.
Contrariamente ao histórico da governação cessante, Tchizé dos Santos disse que se existisse nepotismo teria pressionado o papai para pagamento.
Alguns presentes na sala do CCB não suportaram mais ouvir a deputada. Ao que, num instante, uma onda tsunámica de vaias da parte de seus colegas deputados do MPLA rasgou relativo silêncio do local.
Na tentativa de defender o indefensável a sra. Tchizé afundou-se que teve de abandonar a sala.
Contudo, aponta-se que Tchizé dos Santos tinha muitas facilidades junto do ministério da construção na época liderado por Waldemar Pires Alexandre.
Com  a nomeação de  Pires Alexandre, a deputada passou a gozar de favoritismos impensáveis de serem negados. Vai daí que suas empressas eram donas de obras sem observância de concurso público.
A deputada abusava do ministério da construção que segundo fontes facilitou um negócio de seu amigo, supostamente Ivan de Morais.
Este órgão do Estado chegou a pagar cerca de seis milhões de dólares por um aplicatvo informático de duzentos mil dólares, à preço oficial, que até ao momento ainda não foi instalado.
 
 
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