Na transacção, estão incluídos os activos no Bloco 14 (detido a 9% pela Galp): Tombua e Landana; BBLT – Benguela, Belize, Lobito e Tomboco; Kuíto; Bloco 14K (detido a 4,5% pela Galp): Lianzi; Bloco 32 (detidos a 5% pela Galp): Kaombo (operacional) e CNE (em desenvolvimento).
O anúncio chega no mesmo dia em que a empresa anuncia lucros de 881 milhões de euros (Cerca de 940 milhões USD) em 2022, quase duplicando os resultados do ano anterior.
“A transacção está sujeita aos termos e condições usuais, prevendo-se que esteja finalizada durante a segunda metade de 2023”, lê-se na mesma nota.
“Esta transação permite à Galp cristalizar valor de ativos maduros de upstream e apoiar a renovação do nosso portefólio de upstream e a nossa estratégia de descarbonização. Estamos confiantes que a Somoil, já presente no Bloco 14, será um forte contribuidor para o desenvolvimento para o desenvolvimento destes ativos da Galp”, refere Filipe Silva, CEO da Galp, citado em comunicado.
Os activos incluídos na transacção são no Bloco 14 (detido a 9% pela Galp): Tombua e Landana; BBLT – Benguela, Belize, Lobito e Tomboco; Kuíto; Bloco 14K (detido a 4,5% pela Galp): Lianzi; Bloco 32 (detidos a 5% pela Galp): Kaombo (operacional) e CNE (em desenvolvimento).
Galp lucra mais de 940 milhões USD em 2022
O anúncio chega no mesmo dia em que a empresa anuncia lucros de 881 milhões de euros (Cerca de 940 milhões USD) em 2022, quase duplicando os resultados do ano anterior.
Subiram 93% face aos 457 milhões de euros de 2021. O EBITDA atingiu os 3.489 milhões de euros, um aumento de 66% face ao ano anterior, graças à “melhoria das condições do mercado”. A empresa propõe pagar um dividendo de 52 cêntimos por ação.
Os resultados foram impactados sobretudo pelo segmento de exploração e produção de petróleo, designado por upstream, com um resultado antes de impostos de 3.083 milhões de euros, mais 53% face ao ano anterior, devido à subida do preço do petróleo.
Expansão